De São Paulo pro Mundo!


Talvez...

“Nasce daí uma questão: se é melhor ser amado que temido ou o contrário. A resposta é de que seria necessário ser uma coisa e outra; mas, como é difícil reuni-las, em tendo que faltar uma das duas é muito mais seguro ser temido do que amado. Isso porque dos homens pode-se dizer, geralmente, que são ingratos, volúveis, simuladores, tementes do perigo, ambiciosos de ganho; e, enquanto lhes fizeres bem, são todos teus, oferecem-te o próprio sangue, os bens, a vida, os filhos, desde que, como se disse acima, a necessidade esteja longe de ti; quando esta se avizinha, porém, revoltam-se. E o príncipe que confiou inteiramente em suas palavras, encontrando-se destituído de outros meios de defesa, está perdido: as amizades que se adquirem por dinheiro, e não pela grandeza e nobreza de alma, são compradas, mas com elas não se pode contar e, no momento oportuno, não se torna possível utilizá-las. E os homens têm menos escrúpulo em ofender a alguém que se faça amar do que a quem se faça temer, posto que a amizade é mantida por um vínculo de obrigação que, por serem os homens maus, é quebrado em cada oportunidade que a eles convenha; mas o temor é mantido pelo receio de castigo que jamais se abandona.”

 

Nicolau Maquiavel.



Escrito por Mateus às 13h11
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Eu tentei.... e ainda vou recorrer...

  • Eu mostrei o comprovante de que sou regularmente matriculado no curso de bacharelado em Ciências Sociais da Universidade de São Paulo;
  • Eu provei que tenho recursos financeiros para me manter no país;
  • Eu provei que tinha estadia fixa no país;
  • Eu provei que sou regularmente matriculado no curso de francês do Collège des Colombièrres, em Versoix, Cantão de Genebra;
  • Eu apresentei uma carta de próprio punho comprometendo-me a abandonar o país imediatamente após o término dos meus estudos;
  • Eu justifiquei minha escolha pelo estudo da língua francesa devido a minha necessidade acadêmica;

 

Mas a Suíça NEGOU minha permanência e disse que eu DEVO ABANDONAR o país até o Natal.

 

Bacana né?



Escrito por Mateus às 16h04
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Agora muita coisa faz sentido!

As iniciais da Suíça são CH - Confederação Helvética (em latim: Confœderatio Helvetica).



Escrito por Mateus às 13h03
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Falta...

  • Sinto falta da minha família e dos meus amigos (isso é óbvio);
  • Sinto falta de ler jornal no domingo de manhã (aqui eu leio a Folha pela net, mas não é mesma coisa que a edição de papel! Depois que eu termino de ler meus dedos nem ficam sujos com a tinta que solta do jornal);
  • Sinto falta de comer costela;
  • Já que to falando de comida lá vai! Sinto falta de: costela, picanha, cupim, feijoada, maminha na manteiga, polenta frita, alcatra, picanha no alho, mussarela assada na churrasqueira, espetinho de queijo coalho, pão com alho (na churrasqueira também), mortadela (minha tia me mandou um pouco J, café de verdade, guaraná antártica, Skol gelada, pão de queijo (esse minha tia mandou tambémJ;
  • Sinto falta de luz solar;
  • Sinto falta de ver as pessoas tomando cerveja nas calçadas;
  • Sinto falta de arroz e feijão todo dia;
  • Sinto falta da época em que eu tinha a opção de comer batata ou não;
  • Sinto falta de ver futebol na televisão;
  • Sinto falta de gente humilde;

E por aí vai...



Escrito por Mateus às 07h26
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Boa.

CLÓVIS ROSSI

Prefiro os piratas da Somália

SÃO PAULO - Deu no "Wall Street Journal", que não é exatamente um jornal antimercado ou nada que se pareça com isso: durante o período em que se gestou a crise que está pondo o mundo de joelhos, 15 executivos de grandes firmas financeiras e construtoras ganharam, cada um, mais de US$ 100 milhões (R$ 240 milhões, o suficiente para comprar, digamos, 34 jatinhos LearJet, versão mais luxuosa, para citar um exemplo que essa gente certamente entende).
Acrescenta o "Journal": "Quatro desses executivos, incluídos os presidentes de Lehman Brothers e Bear Stearns, estiveram no comando de companhias que foram à bancarrota ou viram cair 90% o valor das ações [dessas empresas]".
É bom lembrar que o derretimento da Bolsa de Valores nos Estados Unidos levou os detentores de ações a perderem montantes inacreditáveis. Para o "Journal", foram US$ 9 trilhões, para o editorial desta Folha de ontem, um pouco menos (US$ 7 trilhões) -em todo o caso, perdas que equivalem a sete, oito ou nove "brasis", dependendo do número que se aceitar como mais próximo da realidade.
O "Journal" fuçou as declarações financeiras de 120 companhias de capital aberto em setores como a banca, financiamento de hipotecas, empréstimos para estudantes, corretagem de bolsa e construção -ou seja, aqueles que estão no epicentro do terremoto.
A análise mostrou que "os principais executivos e os membros das diretorias dessas firmas embolsaram mais de US$ 21 bilhões durante os últimos cinco anos", os anos em que inflou a bolha que explodiu.
Depois ainda tem gente que se opõe a uma regulação e supervisão mais rígidas no setor financeiro, alegando que podem estrangular a criatividade.
Se se trata da criatividade apontada pelo "Journal", que estrangulem. Os piratas da Somália parecem gente fina perto deles.

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/opiniao/fz2111200803.htm



Escrito por Mateus às 17h53
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Dias de espera...

Fiquei um puta tempo sem postar nada. Tava quase esquecendo disso aqui.

 

O fato é que ainda aguardo pelo meu visto. Semana que vem completam sessenta dias de espera. Me disseram que é assim mesmo, pra eles liberarem visto demora. Até aí tudo bem, só que tem um problema operacional que me atrapalha um pouco.

Não sei como estão as coisas pelos outros países da Europa ou pelo resto do mundo, mas aqui na Suíça a coisa ta feia pra quem não tem visto. Os brasileiros que residem aqui me dizem que antigamente era muito mais fácil encontrar emprego sem visto, mas que atualmente anda “quase impossível”. Não tive oportunidade de ver de perto, mas pelo que ando lendo, nos demais países europeus a linha dura ta tomando conta da situação. Andam endurecendo as coisas. Tudo bem, não vou reclamar de não conseguir fazer algo ilegal né! Mas o tempo vai passando, nada de visto e meu dinheiro tem um fim que, diga-se de passagem, está próximo.

Me resta estudar. O problema, e não sei se acontece com todo mundo, é que quando eu fico nessa puta expectativa esperando o visto e preocupado com a questão da grana e tudo mais, não consigo estudar direito. O pior foi até o final da semana passada, agora acho que já deu pra acalmar um pouco. Aproveito o ócio e dou um tapa na língua dos Vikings também, comprei uma edição da Harper Collins (UK) do Senhor dos Anéis e leio (com o pai dos burros ao meu lado) religiosamente dez páginas diárias. Além do meu amigo Nicolas. Mas vamos manter o foco no francês, afinal de contas foi pra isso que eu vim...



Escrito por Mateus às 17h46
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Na noite de sexta-feira fui a uma festa de Halloween (quando fui escrever me dei conta de que não sabia e tive que consultar o Google, esse eu sei!), em Genebra. A maioria das coisas são iguais, só que tem que pagar na hora que você pede, não existe comanda aqui, o chope e a cerveja são bem mais quentes, não chega a ser temperatura ambiente, mas é quente. Lugar bacana, é um Pub inglês.

Tava ouvindo a banda tocar e pisei no pé de uma cara, no reflexo virei e disse:

-Desculpa aí, foi mau! (em português né).

Eis que o indivíduo responde:

-Não esquenta não.

Porra, na hora que eu já ia me preparando pra corrigir com um “sorry” o cara me responde em português!

Aí fui trocar idéia e descobri que ele é de Cabo Verde, tava lá na festa com um amigo do Senegal. Lembrei daquela música do Gilberto Gil que ele diz: “Deve ser legal ser negão no Senegal”, mas nem perguntei pro cara se ele conhecia a música, o cidadão tinha uns três metros de largura, aí se ele não gostasse muito iria descontar em mim, não no ex-ministro. Melhor ficar quieto...

Isso é bacana em Genebra, a cidade tem uns quinhentos mil habitantes e metade deles são estrangeiros, em todo lugar que você vai tem gente de tudo quanto é país. Ando aprendendo muito inglês e francês por aqui. De vez em quando você esbarra num “hermano” e aí manda aquele portunhol que também vale.

O importante é se comunicar, vou falando tudo quanto é idioma que vem na mente e uma hora o povo entende.

Às vezes quando você vai pedir uma informação é complicado, porque se o sujeito não te entende ele não tem muita paciência. Mas nunca deixei de conseguir comprar nada por causa do idioma. O dinheiro não tem sotaque...

 

Dica: caro leito, caso você venha pra esses lados e alguém sem querer pisar no seu pé é melhor não xingar. É bem provável que ele entenda J

 

Um abraço pro amigos e um beijos pras amigas!



Escrito por Mateus às 19h00
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Ando meio desconfiado. Sabe como é né? Vinte e cinco anos de São Paulo. Não confio no ar que não enxergo. J



Escrito por Mateus às 09h48
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Porta em porta...

Ontem saí pra procurar emprego em Lausanne. Daquela velha maneira, com a pastinha cheia de currículos embaixo do braço e batendo de porta em porta. Meu francês não é bom, longe disso, mas digamos que uma conversa básica eu consigo acompanhar. Sabe do tipo:

- Sou estudante de francês, vim do Brasil e procuro trabalho. Aqui vocês têm vaga?

- Não!

-Muito obrigado.

Deixei currículo em sete lugares, que na verdade foram os que aceitaram ficar com ele, nos outros não havia possibilidade. Tem uns lugares que são legais, as pessoas param pra te ouvir e quando percebem que você não é dali fazem um esforço pra te compreender e falam devagar pra você conseguir entender melhor. Pedem seu currículo e dizem que vão olhar sim, que havendo necessidade entrarão em contato. Tudo bem, pode ser que de antemão eles já saibam que não há necessidade alguma e fizeram tudo isso por educação. Pra ser sincero isso faz uma diferença enorme. Outros não te olham nos olhos e te tratam mal.

Quando tava na hora de voltar peguei uma seqüência de portas fechadas que não foi muito fácil, gente estúpida. Voltei até desanimadão, nem li nada direito, jantei e fui dormir. Aí nesses dias a noite é longa, mas quando acorda passa...

Nietzsche dizia que você nunca vai conseguir aprender nada além do aquilo que você sabe pela experiência. Quando eu li não entendi direito, mas ontem fez sentido. Acho que todo mundo deveria por a pastinha embaixo do braço e sair por aí pedindo emprego, no país dos outros, é claro. Manja?, pra aprender a tratar o ser humano melhor.

Na rua tinha uma cara tocando clarineta. Parei por perto. Era do Kosovo. Lugar fudido, guerra separatista e tudo mais. O sujeito vive disso, toca clarineta na rua com o estojinho aberto em frente. Eu desanimado pelo não, imagina o que esse cara passou?

Sabe lá.

Deixei 1 franco...



Escrito por Mateus às 06h14
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


A causa e a conseqüência.

Recebo o e-mail de um velho amigo com a notícia de que picharam o segundo andar da Bienal em São Paulo. tinha visto a “chamada” da notícia na internet, mas acabei esquecendo de ler. Li quando recebi o e-mail.

A princípio o grupo afirma questionar os “limites da arte”, tudo bem, é um debate a ser colocado, creio que até urgente. A questão é a forma de debater.

A história mais uma vez se repete.

Na época da Revolução Industrial alguns quebravam máquinas. Culpavam-nas pelos problemas sociais...



Escrito por Mateus às 12h09
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Sabão de côco...

Desde pequeno escuto que a Suíça é um país neutro. E de fato é. Olhando com mais cuidado acho que há um abismo entre o que ser neutro significa de fato e o que parece significar. Parece que ser neutro é fazer parte da turma do “deixa disso”, sabe aquele amigo que separa todas as brigas, que sempre concilia todo mundo e que se ele for à festa você pode até se dar o luxo de convidar duas pessoas que não se dão muito bem, afinal de contas o “apaziguador” estará lá e quando ele está por perto ninguém briga, ele é um cara neutro. Isso é o que parece.

Ser neutro, não em todas as ocasiões, mas pelo menos se tratando de política é fechar os olhos! Vejam só, por aqui o pessoal tem orgulho de ser “politicamente neutro”, por exemplo: esta pátria que me acolhe não participou da Segunda Guerra Mundial e de toda a carnificina por ela provocada, eles são neutros. Sabe como é?, não se envolve nessas coisas...

Bravo!

Os nazistas quase ganhando a Guerra e o que eles fizeram? Cruzaram os braços! Claro, eles são neutros. Os nazistas não tinham onde guardar o dinheiro e guardaram aqui. Claro, eles são neutros.

 

Não escolher, camaradas, também é uma escolha...



Escrito por Mateus às 17h06
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


2,2 trilhões para quem está de barriga cheia.

2,2 trilhões para quem está de barriga cheia

 

Vou fazer um slideshow para você.

Está preparado? É comum, você já viu essas imagens antes.

Quem sabe até já se acostumou com elas.

Começa com aquelas crianças famintas da África.

Aquelas com os ossos visíveis por baixo da pele.

Aquelas com moscas nos olhos.

Os slides se sucedem.

Êxodos de populações inteiras.

Gente faminta.

Gente pobre.

Gente sem futuro.

Durante décadas, vimos essas imagens.

No Discovery Channel, na National Geographic, nos concursos de foto.

Algumas viraram até objetos de arte, em livros de fotógrafos renomados.

São imagens de miséria que comovem.

São imagens que criam plataformas de governo.

Criam ONGs.

Criam entidades.

Criam movimentos sociais.

A miséria pelo mundo, seja em Uganda ou no Ceará, na Índia ou em

Bogotá sensibiliza.

Ano após ano, discutiu-se o que fazer.

Anos de pressão para sensibilizar uma infinidade de líderes que se

sucederam nas nações mais poderosas do planeta.

Dizem que 40 bilhões de dólares seriam necessários para resolver o

problema da fome no mundo.

Resolver, capicce?

Extinguir.

Não haveria mais nenhum menininho terrivelmente magro e sem futuro, em

nenhum canto do planeta.

Não sei como calcularam este número.

Mas digamos que esteja subestimado.

Digamos que seja o dobro.

Ou o triplo.

Com 120 bilhões o mundo seria um lugar mais justo.

Não houve passeata, discurso político ou filosófico ou foto que sensibilizasse.

Não houve documentário, ong, lobby ou pressão que resolvesse.

Mas em uma semana, os mesmos líderes, as mesmas potências, tiraram da cartola 2.2 trilhões de dólares (700 bi nos EUA, 1.5 tri na Europa) para salvar da fome quem já estava de barriga cheia.

..::..

Texto de Neto, publicado no blog Updaters.



Escrito por Mateus às 04h35
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Clandestino.

Por aqui uns dos debates que mais movimentam a vida política suíça é a questão da imigração, dos chamados “sans papiers” (sem papel, eles chamam o passaporte de “papel” por aqui, o meu também é feito de papel, mas eu chamo de passaporte). Enfim, há um problema de acordo com eles de que o país tem se tornado de uns anos pra cá um antro de imigrantes clandestinos. Vamos aos fatos! Aqui funciona da seguinte forma: se você, cidadão suíço, ficar desempregado ou se a sua renda não for o suficiente para manter uma casa você recorre ao serviço social que complementa a sua renda ou te “banca”, isso mesmo, tem jovem que vive de não fazer porra nenhuma, vive com a verba do governo e alega que não consegue arrumar emprego. Óbvio, emprego tem, braçal tem um monte, mas esse ninguém quer. Só um parêntese, se o Lula viesse pra cá com essa história de bolsa família ele ia ser rebaixado de Presidente da República a um mero estagiário de serviço social pra aprender como se faz, sabe como é né?, primeiro mundo coisa e tal, fecha parêntese. Então os imigrantes entram aqui pra fazer o trabalho que o suíço não quer e não precisa, e eles ainda reclamam...

Falsa polêmica! Todo mundo sabe onde estão os clandestinos, todo mundo contrata os clandestinos e a polícia fecha os olhos, porque se o cerco fechar o país para! É como o tráfico de droga no mundo, todo mundo sabe de onde vem e pra onde vai e ninguém para porque não tem interesse, certo? Da mesma forma que não existe tráfico de entorpecente sem envolvimento do Estado, não existe trabalho ilegal sem envolvimento do Estado. E os partido de direita com a ladainha infinita: Pátria, Família e Segurança (é o lema deles aqui).

Bom, ou convive com imigrante clandestino ou limpa privada. A Suíça já fez sua escolha, mas não quer contar pra ninguém...

 

Até amanhã...



Escrito por Mateus às 14h37
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


Paisagem.

Aqui é um lugar bonito. As estações do ano bem definidas, coisa que não acontece no Brasil, aliás, creio que no hemisfério sul não seja um fenômeno muito freqüente, mas por aqui sim. As folhas mudam de cor e depois caem com a chegada do inverno. A explicação que eu tive por aqui foi a de que as árvores não suportariam o peso da neve com as folhas, faz sentido, e eu como todo estrangeiro concordei e achei lindo, não é meu papel duvidar de nada e confesso aos senhores que cumpro meu papel de forma brilhante. A neve ainda não chegou por aqui, na cidade, só na montanha, lá sim já tem nevado bastante. Fui lá ver e achei legal, mas melhor seria se não tivesse visto nada de neve. É porque eu imaginava algo muito mais bonito, agora que conheço de verdade fiquei com a imagem piorada na mente. Fazer o que?

Não conheci muitos lugares ainda, mas visitei minimamente as maiores cidades da parte francesa da Suíça, postei algumas fotos no Picasa (http://picasaweb.google.com/mndiasbr). Só as de Coppet na verdade, mas a arquitetura das outras segue o mesmo estilo. E logo mais posto outras.

Pra ser sincero hoje queria falar da imigração e farei isso em outro post...



Escrito por Mateus às 07h25
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


To aqui!

Eu não desisti do blog não, é que eu fiquei um bom tempo sem internet aí nem deu pra postar nada.

E hoje também não vai dar, porque eu fiquei ontem sem ler nada e se ficar mais hoje vou perder a linha do livro, e aí vou ter que começar de novo. É isso mesmo, sempre acontece comigo, fico uns 2 dias sem ler e já não lembro de mais nada e pronto, tenho que começar a ler do zero. Do zero não porque a contagem de páginas sempre começa lá pelo número 20. Isso era bom quando tinha que ler aqueles livros na escola no primário, lembra? Você ficava lá embaçando e quando sua mãe gritava: “Você tá lendo o livro que a professora mandou Juquinha? Em que página você ta?”. Aí você, finório, ia lá e respondia: “Comecei ontem e já to na 20 manhé”. Não era assim?

Disse que não ia escrever, mas acabei escrevendo.

Não tenho muitas novidades, mas amanhã posto as que eu tenho.

Hoje li mais um capitulo do Le petit Nicolas. Puta livro bacana, pra ser honesto eu já li em português, é um livro infantil, mas que vale a pena pela criatividade. Agora to lendo em francês pra aprender vocabulário. Na capa ta escrito que é recomendado para crianças a partir de 9 anos. O que eu tenho a dizer é que crianças a partir de 9 anos conhecem palavras pra caralho! Eu abro o dicionário umas 20 vezes por página...

Até amanhã...



Escrito por Mateus às 16h05
[ ] [ envie esta mensagem ] [ ]


[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
 
Meu humor



Histórico


Votação
Dê uma nota para
meu blog